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Mostrando postagens de Março, 2012

Revolução da comunicação ou dos relacionamentos?

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5 anos mudaram tudo

Os 10 Grandes Impactos das Mídias Sociais na Educação

As redes sociais chegaram para ficar. O Facebook conta com mais de 800 milhões de usuários ao redor do mundo, enquanto o Twitter atrai mais de 200 milhões de pessoas. Não podemos esquecer também das outras redes, comoYoutube, Orkut, MySpace e até mesmo blogs. 
Não há dúvidas quanto ao envolvimento dos alunos com todas essas ferramentas online, porém, quais os efeitos disso? Abaixo separamos um breve comparativo entre os pontos positivos e os negativos dessa relação dos jovens com as mídias sociais. 
Essa é uma boa visão para que pais e educadores saibam como conter e evitar os possíveis efeitos negativos e reflitam sobre maneiras de explorar os impactos positivos. 
Confira! 
Possíveis Pontos Negativos 
1. Muitos estudantes não sabem lidar com a grande oferta de informações que a internet oferece. Alguns tomam tudo o que lêem na web como verdade absoluta e isso interfere no processo de aprendizagem e no desenvolvimento de olhar crítico perante o que lhes é apresentado. 
2. O jovem de h…

Oração do Encontro de Coordenadores e Equipes de Pastoral 2012

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Proposta de Fundamentação para Formação em Valores

Para Schwartz e Bilsky (1987), os Valores são “representações cognitivas de três tipos de necessidades humanas universais: necessidades biológicas do organismo, necessidade de convivência harmônica com a regulação das relações interpessoais e necessidades socioinstitucionais, que visam o bem-estar e sobrevivência do grupo”. Enquanto necessidades, os valores brotam da interioridade humana (inconsciente ou subcosnciente), não podendo confundir-se com “atitude” ou “comportamento” (conscientes). A Atitude não seria uma ação em si, mas teria a ver com pré-disposição para ou pré-ação. Por conseguinte, o Comportamento, ou seja, o conjunto das ações não deve ser confundido com valor ou atitude, em si. O comportamento tem possibilidade de corroborar ou não os dois últimos. Um Valor, dessa maneira, faz-se ativado enquanto sua base inconsciente é desenvolvida tanto pelo espectro das atitudes quanto pela prática comportamental consciente e habitual. 
EDUCAÇÃO INFANTIL SEGURANÇA CONFORMIDADE -Convivê…

Vídeo Motivacional - Encontro de Coordenadores e Equipes de Pastoral 2012 - Comitê de Pastoral

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Ótimo vídeo. Excelente texto!

Aniversário de 3 anos do João Pedro

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" - Sorrisos"

D. Murilo Krieger em audiência com o Marista Patamares

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Há mais de 20 dias estava agendado. Dia 23 de março, 15 horas, chegou. Acho que a secretária do bispo (Cleide) já não aguentava de tanto eu ligar pra confirmar a "audiência". Não sou acostumado com tantas formalidades, mas em algumas ocasiões elas são de bom tom. Necessárias. Não para responder a ritos vazios, mas para dar a devida relevância a certos momentos. 

Foi nossa primeira reunião com o arcebispo da arquidiocese primaz do Brasil: Dom Murilo Krieger. Muita simpatia, acolhida e espírito de comunhão eclesial. Expressou a necessidade de contar com nosso colégio na evangelização da arquidiocese e captou de nós a total disponibilidade para o serviço da Igreja.

Pudemos compartilhar nosso Plano Pastoral 2012 e perceber seu interesse e valorização. Alcançamos nosso objetivo: apresentamo-nos enquanto parceiros e demos a conhecer a seriedade e profundidade de nosso fazer evangelizador.

Somos muito gratos D. Murilo!

Na raça e na paz Dele,
J. Braga.

Meu filho não gosta de ser contrariado

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Ele não gosta de ser contrariado Rosely Sayão
“Ah, se eu soubesse que ser mãe significava ter de contrariar o filho pelo menos cem vezes ao dia...” me disse uma mãe, sem conseguir terminar a frase. Mas entendi que ela só queria mesmo era lamentar.

Ela estava exausta de ter de enfrentar o choro triste, às vezes revoltado, do filho. Isso sem falar das birras ou da dor doída que a assaltava ao ter de enfrentar a carinha de sofrimento que ele fazia quando era contrariado.
Se pensarmos bem, educar é contrariar, não é verdade? O filho está dormindo e a mãe vai acordar e se está acordado a mãe diz que é hora dormir; o filho quer doce mas a mãe diz que ele precisa almoçar, ele quer brincar e a mãe diz que é hora de sair. E assim segue o dia...
É que a criança sabe o que quer desde muito cedo. Alem disso, ela só pensa no agora e é impulsiva. Com o tempo – e muito tempo! – ela vai aprender a pensar no contexto todo e não apenas em si, vai aprender que nem tudo o que quer faz bem a ela, e também q…

Como chegar na mulher

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Chegada de Chico Anysio no Céu

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Obrigado Chico Anysio!

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Chico e seus discípulos

Nos galhos secos de uma árvore qual...kkkkkk

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Não dá pra não rir

A justiça dorme

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Contra o humor politicamente incorreto

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Com perdão da piada infame, o show de humor “Proibidão” mexeu com o humor dos humoristas brasileiros. Como se sabe, na primeira edição do evento, um músico, Raphael Lopes, chamou a polícia depois de ter sido alvo de uma piada racista de Felipe Hamachi.
Conforme o seu relato, ocorreu o seguinte: “O Felipe disse: ‘Dizem que a Aids veio do macaco, mas não acredito. Transo sempre com macaco’. Aí olhou para mim e disse: ‘Né?’”.
Ontem, tive a oportunidade de falar a respeito do caso com Renato Aragão. E hoje com a turma do Casseta & Planeta. Coincidências na vida de um repórter.
Com o gênio dos Trapalhões consegui conversar por menos de dois minutos, o suficiente para ouvir uma crítica à agressividade do comentário de Hamachi: “Acho que o humor não precisa disso”, respondeu.
Medindo bem as palavras, Renato disse ver um período de “transição”, como outros que já ocorreram. “Desde que me entendo na vida, o humor passa umas nuances. Vem a turma nova, vem outra turma. Mas é um caso isolado…

Mau humor é doença?

Distimia é o nome dessa doença. Reconhecida pela medicina nos anos 80, é uma forma crônica de depressão, com sintomas mais leves. "Enquanto a pessoa com depressão grave fica paralisada, quem tem distimia continua tocando a vida, mas está sempre reclamando", diz o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas (HC).
O distímico só enxerga o lado negativo do mundo e não sente prazer em nada. A diferença entre ele e o resto dos mal-humorados é que os últimos reclamam de um problema, mas param diante da resolução. O distímico reclama até se ganha na loteria. "Não fica feliz, porque começa a pensar em coisas negativas, como ser alvo de assalto ou de seqüestro", diz o psiquiatra Antonio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Se você conhece alguém assim, abra os olhos da pessoa, porque raramente o distímico pede ajuda. Ele não se enxerga. "Para a maioria dos pacientes, o mau humor constante é u…

Bom humor significa mais e melhor qualidade de vida!

Ter alegria de viver é um bom caminho para envelhecer bem. Até parece conversa de guru de auto-ajuda, mas não é. A importância do bom humor e dos sentimentos positivos está documentada cientificamente. 
Um dos trabalhos mais recentes a respeito do assunto foi conduzido por pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Seus resultados mostram que nossas expectativas em relação à velhice determinam o modo como envelheceremos. 
A pesquisa envolveu 660 homens e mulheres com mais de 50 anos. Todos haviam sido entrevistados 23 anos antes. Entre uma dezena de questões, a eles foi perguntado: "À medida que os senhores ficam mais velhos, a vida fica melhor, pior ou igual ao que imaginavam quando eram jovens?". Ao comparar os depoimentos do passado com os óbitos registrados no grupo, os pesquisadores perceberam que aquelas pessoas com uma visão mais otimista da velhice tendiam a viver, em média, sete anos e meio a mais que os pessimistas. 
A conclusão é que o impacto do oti…

Asinidade Estratégica

Então me pego pensando... como é que um sujeito tão inteligente... aliás, um sujeito não, vários sujeitos, tão inteligentes, em papel de liderança na empresa, conseguem tomar uma decisão idiota, em nome de uma estratégia?
Pois saiba que já participei de decisões assim. Já fiz parte, na verdade faço, de tomadas de decisão das quais depois me envergonho. Compactuei com a burrice e assinei embaixo... Algumas vezes assino com a consciência de ser contra, mas de perder para a maioria. Perder para o consenso. Outras vezes, por “deixar pra lá”. E outras, conscientemente fazendo parte da burrada. O interessante – ou assustador – é que essas pessoas, eu inclusive, no momento da tomada da decisão, estão usando a inteligência. Pensam, elaboram, criticam, analisam e... Agem como asnos. É o que eu chamo de “asinidade” estratégica. Poderia ser “asnidade”, mas “asinidade” soa melhor...
E se você não sacou, o termo vem de asno mesmo.
Na asinidade estratégica pensamos que estamos cortando gordura enq…

Palavras Vulcânicas 29

"O informar-se nos mantém 'por dentro', conectados com nossos amigos e tribo(s). As ideias são intangíveis, pouco práticas, 'trabalho demais' para recompensa de menos. Poucos cultivam ideias. Todos falam informação. E geralmente informação pessoal. Onde é que você vai? O que está fazendo? Quem você anda vendo? Estas são as 'grandes' questões de hoje." [Neal Gabler - Professor, sobre limitações provocadas pelas redes sociais]

Minha devoção por São José só cresce!

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São José (19 de março): disfuncional para uma Igreja de poder - Leonardo Boff
Por mais de vinte tive a oportunidade e a paciência de pesquisar sobre a figura e a história de São José nas melhores bibliotecas do mundo especialmente naquela de Montreal do Canadá junto ao gigantesco santuário de São José, quase do tamanho do Vaticano. Ao lado, há uma biblioteca que no seu acervo se encontra quase tudo o que foi escrito pelo mundo afora e durante séculos sobre São José até os muitos cordéis do Ceará, pois São José é patrono daquele estado. Ali trabalhei por sucessivas vezes.

Bruno Mazzeo “atenta contra a própria profissão”, responde Rafinha Bastos - Maurício Stycer

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Em comentário publicado na manhã desta sexta-feira no Facebook, e reproduzido aqui no blog, o humorista Bruno Mazzeo opinou sobre a polêmica ocorrida no espetáculo de humor “Proibidão”, quando um músico negro se sentiu ofendido por uma piada de conteúdo racista e chamou a polícia.
“Chamar um negro de ‘macaco’, como fez o rapaz semana passada em Sampa, o que gerou até policia, não tem nada a ver com humor”, escreveu Mazzeo, referindo-se ao comediante Felipe Hamachi.
No final da tarde, outro humorista, Rafinha Bastos, saiu em defesa de Hamachi e criticou Mazzeo: “Teu texto atenta contra a tua própria profissão, amigão”, escreveu. Veja o comentário postado por Rafinha:
Não gostarem da piada, acho justo. Processarem o comediante, acho justo. Odiarem a família dele, acho justo. Mas pegue o meu exemplo. Estou:

- Proibido por lei de fazer certos comentários sobre determinados grupos de pessoas; - Perdendo processos judiciais; - Ameaçado de ir parar na cadeia (sim, essa possibilidade ainda n…

O Poder da Validação - Stephen Kanitz

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Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro.
Paulo Autran tremia nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os comentários que chegam.
Insegurança psicológica é o problema humano número 1.
O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança? Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema.
Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende d…

“Chamar um negro de ‘macaco’ não tem nada a ver com humor” - Maurício Stycer

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O caso do “Proibidão”, espetáculo de humor que terminou com a chegada da polícia, chamada por um músico que se sentiu ofendido por uma piada de conteúdo racista, é o assunto da semana.
O músico Raphael Henrique (foto), da banda que fazia as vinhetas entre uma apresentação e outra, se sentiu ofendido por uma piada racista contada pelo humorista Felipe Hamachi. A confusão ocorreu no momento em que o Hamachi disse que não se pega Aids em relações sexuais com macacos e, em seguida, dirigiu olhares para o tecladista insinuando que mantinha uma relação com ele.
Entre as muitas manifestações a respeito do caso, destaco a do comediante e ator Bruno Mazzeo, que publicou na manhã desta sexta-feira, no Facebook, um comentário crítico sobre o incidente. Respeitado no meio, Mazzeo deixa claro que existe uma divisão entre os comediantes sobre os limites do humor.
Há muito tempo eu vivi calado, mas agora resolvi falar. Os caras do stand up são muito unidos, tanto na hora de falar o que quiserem, qu…

O problema do Brasil é de caráter!

Brasileiros Pocotó  Luciano Pires
Ao atualizar meu livro Brasileiros Pocotó para ebook, constatei como o Brasil é hoje um país diferente do que eu conheci até 2003. Refletindo sobre as forças que provocaram as mudanças, concluí que algumas foram fundamentais. Quero compartilhar com você, esperando ler suas considerações a respeito:
- a globalização. Um jogo pesado no qual entramos de forma atabalhoada, sem saber direito o que nos esperava. Aprendemos que não existe mais espaço para o “nas coxas”, a dependência exclusiva da sorte e o jeitinho brasileiro que, se ajuda a sair dos apertos, é responsável por nos colocar em situações complicadas;
- a economia mundial. Em 10 anos a China mudou o equilíbrio de forças ao mesmo tempo em que crises globais quebraram a confiança em determinados modelos de administração até então consolidados, criando uma realidade muito diferente daquela de 2003;
- mudança de gerações na iniciativa privada. Os velhinhos foram sendo substituídos pelos executivos ma…

“A juventude é presente de Deus para a Igreja e a sociedade de hoje”, afirmam bispos referenciais

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A juventude não é só o futuro, mas o presente de Deus para a Igreja e a sociedade de hoje. Inspirados e movidos por esta afirmação, os Bispos Referenciais da Juventude, dos 17 Regionais da CNBB, se reuniram no começo desta semana para avaliar a caminhada e traçar metas e projetos para a Evangelização dos Jovens.
“Hoje se fala muito de juventude, é importante se pensar na juventude como presente como aquela que faz história”, afirma dom Nelson Francelino, bispo auxiliar do Rio de Janeiro e referencial pela Juventude no Regional Leste 1 da CNBB (Rio de Janeiro). Este encontro, segundo ele, é importante porque cada um se deslocou de lugares diversos, justamente para pensar e iluminar uma linha de evangelização para a juventude, que hoje está ameaçada, angustiada, perplexa, diante de tantos modelos econômicos e sociais que não respondem aos seus horizontes. “Nós temos muito para acrescentar e aproveitar deste momento histórico e fecundo para a Igreja no Brasil que é a JMJ”, completou dom…

Feliz aniversário meu amor!

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Hoje é aniversário da minha amada esposa, a Delena. Desde a semana passada tentava equacionar um paradoxo: de um lado, a imensa vontade de dar um presentão pra ela e, do outro, a grana do meu orçamento que continua bem regrada. Nada muito anormal para o cotidiano do brasileiro comum.
Amanheci o dia ainda sem saber bem o que fazer. Ainda na cama, acordei e fiquei olhando, olhando e admirando ela dormindo. Cada pedacinho dela. Fiz uma pequena viagem lembrando nossa história. E que história bonita! Coisa de amor provado a ferro e fogo, resistente a tudo, a todos e com fôlego para ser eterno. Não enquanto dure. Eterno mesmo! Mas nada pior que não saber como demonstrar essa riqueza, logo no dia do aniversário.
Não era bem presente que me preocupava. No último fim de semana até já tinha dado umas "bijus" que ela viu numa loja e gostou. Ou seja, dar presente já tinha dado. O que sabia que não tinha conseguido - exatamente - era ser claro na expressão do afeto que me une a ela. Nes…

Andar de ônibus tem muitos encantos

Uma paixão de ônibus - Ivan Martins O transporte público não é só ecológico. Pode ser romântico.
Desde que roubaram meu carro, há uns 30 dias, tenho feito algo que eu não fazia há muito tempo: andar de ônibus. Numa cidade como São Paulo, no verão, isso significa tomar muito sol, tomar chuva e, frequentemente, perder tempo demais no ponto de ônibus. Mas a experiência não se resume aos aspectos ruins. No lado bom, eu redescobri o ônibus, e também o metrô, como um lugar de contatos humanos. É possível conversar, rir e até se apaixonar na condução. O transporte público não é só mais ecológico, ele pode ser mais romântico também.
De zero a dez, qual a chance de conhecer uma pessoa legal indo de carro para o trabalho? Nenhuma. Ou melhor, você pode atropelar o amor da sua vida, como aconteceu na novela Dancing Days, de Gilberto Braga. Os mais velhos se lembram. Quem gosta de amor bandido tem a chance de conhecer um assaltante ou um sequestrador. Basta ele aparecer com um revólver na janela do…