#Vejabandida: meu comentário manipulado

Comentei no site da revista Veja a propósito de mais um artigo irado e rancoroso contra o ex-presidente Lula. Escrevi, dei "enter" e o portal avisou que meu comentário passaria por "moderação". Imaginei: "certeza que eles não vão publicar, hipócritas!". Foi pior. A #Vejabandida é tão iníqua que cortou meu comentário e só publicou a primeira frase que eu tinha escrito. Uma ironia. 

Quando vi o absurdo dei um "clique para retornar" (o da setinha "<", no canto esquerdo da tela) e consegui recuperar a visualização do comentário que fiz, integralmente. Moral da história: se a #Vejabandida não respeita nem os comentários dos internautas no seu site, que dirá da manipulação que faz das notícias que veicula. Na verdade, algumas suscitadas por ela mesma, as chamadas factóides, como a mais recente do #Gilmarmentes.




Quem compra ou assina essa revisteca de cocô, se perfila a um dos conglomerados mais criminosos do Brasil, que chama o Carlos Cachoeira de "empresário de jogos não-autorizados" (= bicheiro) e tem nele, ao longo de oito anos, uma fonte privilegiada de escândalos do meio político, a saber: os que atingissem os inimigos de Cachoeira, claro. Corrupção passiva é só a boca desse esgoto. 

#Vejabandida

Na raça e na paz Dele,
J. Braga.

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